Natal = data natal = dia do nascimento.
Este dia, 25 de dezembro, é o dia natal de quem?
Se você perguntar pra qualquer criança, há cerca de 99,9% de chance de a resposta ser esta: não sei.
Ou, pior: "Ah, é de de Papai Noel!"
Bem, os tempos mudam, os costumes evoluem (?), mas o fato é a data de amanhã seria de comemoração pelos 2008 anos de nascimento de um certo Jesus, filho de Maria e do José, carpinteiro.
Jesus, também conhecido como Cristo, foi um espírito de luz encarnado em homem, cuja incumbência foi a de semear a cordialidade entre os homens.
Contrariou alguns interesses, e foi morto por isso, pregado a uma cruz, segundo os costumes da época.
Muita gente já ouviu falar dele, e muitos orientavam seus comportamentos de acordo com palavras que Jesus deixou como legado; dentre elas, estas: "ama teu próximo como a ti mesmo".
Você, caro leitor, ouviu falar de Cristo, recentemente? Ouviu menção ao dia de Natal ser aniversário dele?
Eu não, nem uma vez.
Tenho andado muito ocupado, ultimamente, então posso não ter dado conta de observar alguma menção ao fato que originou o costume da celebração natalina.
Mas como poderia? O espaço dado ao incentivo da atividade de comprar presentes, modo tosco de celebrar a data, é tamanho que mal se consegue ver outra coisa.
De um modo ou de outro, deixo aqui registrados os meus votos de que 2009 possa marcar a história como o ano em que os homens se aproximem mais do ideal de Cristo do que de tudo aquilo que nos afaste dele.
Feliz aniversário, Jesus!
Feliz Natal, meus amigos!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
PNEUS ARRIADOS
Por motivo de doença do corpo, a alma entrou em repouso, e este blogue entrará em pausa compulsória.
Volta logo, espero, assim que estiver restabelecido minha sanitas.
Beijos a todos, principalmente em mim!
Volta logo, espero, assim que estiver restabelecido minha sanitas.
Beijos a todos, principalmente em mim!
sábado, 29 de novembro de 2008
Primeiro naco
Resolvi começar a usar esta ferramenta de expressão depois de mais uma das diversas etapas, todas longas, sucessivas, quiçá ininterruptas de muito escrever e falar pelos cotovelos.
Em minha defesa de falador compulsivo: durante os meus rompantes de burro do Shrek posso ter sido culpado, talvez, de falar demais - mas sem nunca ouvir menos, note-se.
Mas, mesmo assim, tenho plena consciência de que terei abusado, incontestavelmente, da boa vontade daqueles seres humanos amigos, cujos ouvidos e olhos terei invadido impiedosamente com a enchente de coisas que brotam de minha demente.
Ainda que espere sempre ter incitado curiosidade, provocado alguma graça, criado algum interesse ou suscitado alguma inspiração naqueles que conviveram com minha fase falastrona - que permanece, de qualquer modo, até a minha morte, devo ressaltar - anuncio que pretendo - sim, pretendo, porque conseguir é outra coisa - tornar-me menos ativo nesse sentido.
Desse modo, por sugestão de alguém cujos ouvidos pareceram estar por demais repletos do som de minha voz, resolvi criar este blog, embora deteste fazer coisas que estejam na moda... e NADA está tão em voga quanto cultivar as sementes dos nossos parcos - mas importantes - quinze minutos de fama no canteirinho amigo de um cantinho no ciberespaço.
Aqui você poderá vir cotidianamente, caro ouvinte-leitor costumeiro, além de quem mais quiser vir a saber do que eu esteja com vontade de dizer... ou não.
Pauta? Nenhuma. Acho que esse é o espírito disto aqui. Como diria Millôr Fernandes: "Livre pensar é só pensar." Portanto posso falar de qualquer coisa, sem ter a mínima pretensão de nada, nem mesmo de ser entendido, sequer lido. Não importa, posto que a intenção é economizar os ouvidos alheios, meu aparelho fonador e algum papel.
Se um dia eu ficar famoso com isso, faço um filme - sem baratas em big close-up - e dôo todos os lucros à caridade. Mas se disserem que eu sou viado, não acreditem! A fama só cria viados em fofocas de revistas de famosos.
Em minha defesa de falador compulsivo: durante os meus rompantes de burro do Shrek posso ter sido culpado, talvez, de falar demais - mas sem nunca ouvir menos, note-se.
Mas, mesmo assim, tenho plena consciência de que terei abusado, incontestavelmente, da boa vontade daqueles seres humanos amigos, cujos ouvidos e olhos terei invadido impiedosamente com a enchente de coisas que brotam de minha demente.
Ainda que espere sempre ter incitado curiosidade, provocado alguma graça, criado algum interesse ou suscitado alguma inspiração naqueles que conviveram com minha fase falastrona - que permanece, de qualquer modo, até a minha morte, devo ressaltar - anuncio que pretendo - sim, pretendo, porque conseguir é outra coisa - tornar-me menos ativo nesse sentido.
Desse modo, por sugestão de alguém cujos ouvidos pareceram estar por demais repletos do som de minha voz, resolvi criar este blog, embora deteste fazer coisas que estejam na moda... e NADA está tão em voga quanto cultivar as sementes dos nossos parcos - mas importantes - quinze minutos de fama no canteirinho amigo de um cantinho no ciberespaço.
Aqui você poderá vir cotidianamente, caro ouvinte-leitor costumeiro, além de quem mais quiser vir a saber do que eu esteja com vontade de dizer... ou não.
Pauta? Nenhuma. Acho que esse é o espírito disto aqui. Como diria Millôr Fernandes: "Livre pensar é só pensar." Portanto posso falar de qualquer coisa, sem ter a mínima pretensão de nada, nem mesmo de ser entendido, sequer lido. Não importa, posto que a intenção é economizar os ouvidos alheios, meu aparelho fonador e algum papel.
Se um dia eu ficar famoso com isso, faço um filme - sem baratas em big close-up - e dôo todos os lucros à caridade. Mas se disserem que eu sou viado, não acreditem! A fama só cria viados em fofocas de revistas de famosos.
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